Reconhecimento facial: seu rosto, sua chave!

09 de outubro de 2020

“Se há alguns meses a tecnologia de reconhecimento facial era sinônimo de inovação para os locais que a possuíam, recentemente se tornou sinônimo também de segurança para saúde e proteção dos frequentadores de locais — muito além do seu principal propósito: a identificação através da biometria facial.

Os benefícios não param por aí, rapidez, identificação à distância, dispensar o uso de crachás também estão entre os itens da lista de vantagens da tecnologia de reconhecimento facial. Considerando a qualidade e a disponibilidade dos equipamentos oferecidos no mercado atualmente, é indispensável ter o reconhecimento facial como principal opção de controle de acesso na hora de implementar uma Portaria Inteligente no condomínio.

Primeiramente, no entanto, é preciso esclarecer o que é a biometria facial que conhecemos e empregamos hoje em dia, como o reconhecimento facial funciona na prática, quanto surgiu este tipo de controle de acesso e, por fim, onde usar e quais as vantagens do emprego de reconhecimento facial em condomínios.

Biometria facial: o que é?

Apesar de associarmos a biometria somente às impressões digitais, esta está relacionada ao estudo de digitais, retina, íris, voz, mãos e veias, assinatura e, claro, face. Para o reconhecimento, identificação e controle, a tecnologia do terminal de acesso facial se baseia nessas características únicas de cada indivíduo.

Como funciona o terminal de reconhecimento facial na prática?

Para identificar a face e liberar o acesso, o equipamento instalado no local precisa de um pré-cadastro de todos aqueles que morem, trabalhem ou visitem alguém ali. Através desse cadastro, feito com uma imagem, a tecnologia do terminal de reconhecimento facial traça os padrões únicos de cada pessoa, armazena esse resultado e o compara a cada rosto que passa por ele para, então, liberar o acesso — ou não, para aqueles que não estiverem cadastrados.

Assim sendo, você pode se perguntar: e se as pessoas mudarem? Formato das sobrancelhas, cabelo, óculos de grau, ausência ou presença de maquiagem ou barba… Tudo isso é avaliado pelo aparelho. A cada tentativa de acesso essas mudanças são somadas ao primeiro cadastro. Apesar de detalhado, esse reconhecimento é feito de forma rápida e eficiente.

No entanto, vale ressaltar que o uso de máscaras de proteção contra a COVID-19 e outras doenças respiratórias, por cobrir mais da metade do rosto de uma pessoa, limita o uso do reconhecimento facial como forma de acesso. A melhor coisa a se fazer nessa situação é carregar consigo um pequeno frasco de álcool em gel 70%, realizar a assepsia das mãos, retirar ou baixar a máscara e entrar no local.

Quando surgiu o controle de acesso via reconhecimento facial?

A tecnologia de reconhecimento facial existe há muito tempo, sendo adaptada e melhorada a cada ano. Atualmente, chegamos ao ponto de termos essa tecnologia superacessível: até smartphones já são capazes de fazer o reconhecimento facial para desbloqueio do aparelho e aplicativos, por exemplo.

Obviamente, a tecnologia da biometria disponível nos terminais de reconhecimento facial são muito mais precisas, complexas e completas. Com o tempo, os softwares foram evoluindo, diminuindo a chance de falso-positivo, de erros e de enganar o aparelho. Atualmente, essa tecnologia é tão ou mais segura que as demais tecnologias disponíveis no mercado, mas com muito mais vantagens, como rapidez e facilidade.

Por conta disso, é possível projetar um terminal de acesso via reconhecimento facial para qualquer ambiente que necessite de controle, gerenciamento e segurança. É uma ótima tecnologia para condomínios residenciais, tanto verticais quanto horizontais, e pode, inclusive, ser utilizado junto à Portaria Inteligente.

Vantagens de escolher o reconhecimento facial como controle de acesso

Além de ser utilizada para o controle de acesso, o reconhecimento facial também abre a possibilidade de mapear a localização de uma pessoa através de câmeras de segurança, o que faz essa tecnologia se sobressair às demais biometrias, como a impressão digital, a mais utilizada.

Dependendo do local, para tornar a segurança ainda mais forte, é recomendado a combinação de mais de uma validação, como reconhecimento facial e o uso de crachá, ou o reconhecimento facial e senha, por exemplo.

No caso de condomínios residenciais, o reconhecimento facial se torna uma verificação em dois passos da identidade de quem procura adentrar as dependências do local – é um obstáculo a mais para um potencial intruso, pois além das tags/senhas/códigos, este também precisaria ter características faciais IDÊNTICAS ao rosto de quem foi cadastrado.

Mesmo para quem tiver irmãos gêmeos, a tecnologia é tão precisa que consegue discernir qual é qual. 🙂

Onde usar o controle de acesso facial

Se você imaginou que o terminal de reconhecimento de face só serviria para grandes edifícios corporativos ou grandes empresas, se enganou. É possível encontrar equipamentos ideais para o tamanho e características de cada projeto.

A Portaria Inteligente, por exemplo, pode contar com a tecnologia da biometria facial. Seja condomínio corporativo ou residencial, grande ou pequeno. Além da segurança condominial, a tecnologia é ideal para empresas, como fábricas, escritórios, escolas e lojas, bem como para uso privado, até para controlar o acesso a determinados cômodos, como um cofre ou adega.

Confira como usar a tecnologia de reconhecimento de imagem em diferentes locais:

Portaria Inteligente

O reconhecimento facial é uma excelente tecnologia para condomínios, principalmente quando utilizado em conjunto à Portaria Inteligente. O equipamento identifica a face e libera o acesso se for um morador já cadastrado, garantido máxima segurança predial.

Inclusive, alguns modelos de equipamentos de entrada suportam 300 pessoas, ao passo em que modelos melhores podem suportar até 50.000 pessoas!

Além disso, moradores têm acesso à todas as informações do condomínio, bem como gerenciamento, através do aplicativo oficial da Radcom – o RAD App.

Para empresas de todo tamanho

Para empresas o tamanho também não importa, basta combinar o equipamento e o projeto ideal. Em empresas, é possível substituir o acesso feito por cartões e catracas pelo controle de acesso facial, no caso de um modelo mais simples (para até 300 pessoas) o custo chega a ser muito próximo ou até menor que equipamentos que usam biometria da digital ou cartão, ou seja, custo não é o problema.

Já as grandes empresas, que têm maior fluxo de pessoas, o terminal de acesso continua sendo indicado. O sistema de reconhecimento facial tem um tempo de autenticação de 0,2 segundos e é capaz de fazer a autenticação com até 3 metros de distância da pessoa. Então, o tempo para reconhecimento não atrapalharia o fluxo de entrada.

Para uso privativo em residências

Para projetos de segurança residencial à parte de condomínios, o reconhecimento facial também é indicado. Pode ser utilizado na entrada da casa e até mesmo em cômodos, como cofres.

O equipamento é totalmente independente; há somente a necessidade de um ponto de energia – caso queira monitorar o ambiente, o RAD App é uma excelente alternativa. Ou, quem sabe, o RAD Viewer e, em determinados casos, o RAD Cloud!


Fonte: Grupo Satis. Editado por Equipe Radcom em 09/10/2020, às 11:22h.

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