Reconhecimento facial: seu rosto, sua chave!

30 de agosto de 2021

Se há alguns meses a tecnologia de reconhecimento facial era sinônimo de inovação para os locais que a possuíam, recentemente se tornou sinônimo também de segurança para saúde e proteção dos frequentadores de locais — muito além do seu principal propósito: a identificação através da biometria facial.

Os benefícios não param por aí, rapidez, identificação à distância e dispensar o uso de crachás também estão entre os itens da lista de vantagens da tecnologia de reconhecimento facial. Considerando a qualidade e a disponibilidade dos equipamentos oferecidos no mercado atualmente, é indispensável ter o reconhecimento facial como principal opção de controle de acesso na hora de implementar uma Portaria Inteligente ou fazer a instalação de controle de acesso em condomínios ou empresas.

Primeiramente, no entanto, é preciso esclarecer o que é a biometria facial que conhecemos e empregamos hoje em dia, como o reconhecimento facial funciona na prática, quando surgiu esse tipo de controle de acesso e, por fim, onde usar e quais as vantagens do emprego de reconhecimento facial em condomínios.

Se preferir, clique direto no tópico:

Biometria facial: o que é?
Como funciona o terminal de reconhecimento facial na prática?
Quando surgiu o controle de acesso via reconhecimento facial?
Vantagens de escolher o reconhecimento facial como controle de acesso
Tendência Low Touch: quanto menos contato, melhor
Controle de acesso para condomínios de todos os tipos
Condomínios comerciais
Condomínios residenciais
Para empresas de todo tamanho
Hospitais
Academias
Instituições de ensino
Para uso privativo em residências
Por que usar o controle de acesso facial
Aumentar a precisão do controle de acesso
Agilizar o fluxo de entrada de pessoas ao local de destino
Evitar o contato devido ao COVID-19
Modernizar a solução atual de controle de acesso

Biometria facial: o que é?

Apesar de associarmos a biometria somente às impressões digitais, ela está relacionada ao estudo de digitais, retina, íris, voz, mãos e veias, assinatura e, claro, face. Para o reconhecimento, identificação e controle, a tecnologia do terminal de acesso facial se baseia nessas características únicas de cada indivíduo.

Como funciona o terminal de reconhecimento facial na prática?

Para identificar a face e liberar o acesso, o equipamento instalado no local precisa de um pré-cadastro de todos aqueles que morem, trabalhem ou visitem alguém ali. Através desse cadastro, feito com uma imagem, a tecnologia do terminal de reconhecimento facial traça os padrões únicos de cada pessoa, armazena esse resultado e o compara a cada rosto que passa por ele para, então, liberar o acesso — ou não, para aqueles que não estiverem cadastrados.

Assim sendo, você pode se perguntar: e se as pessoas mudarem? Formato das sobrancelhas, cabelo, óculos de grau, ausência ou presença de maquiagem ou barba… Tudo isso é avaliado pelo aparelho. A cada tentativa de acesso essas mudanças são somadas ao primeiro cadastro. Apesar de detalhado, esse reconhecimento é feito de forma rápida e eficiente.

Mesmo com o uso de máscaras de proteção contra a COVID-19 e outras doenças respiratórias cobrindo mais da metade do rosto de uma pessoa, o controle de acesso não é prejudicado. Os equipamentos Hikvision contam com inteligência suficiente para para fazer a identificação do rosto com as características das sobrancelhas, testa e olhos. Ou seja, a imagem facial como credencial ainda pode ser usada mesmo com o uso de máscaras, então, a tecnologia de reconhecimento de imagem continua eficiente.

O controle de portaria com equipamentos de reconhecimento facial garante que apenas pessoas autorizadas entrem no local, seja um condomínio residencial, comercial ou uma empresa. O uso de câmeras para reconhecer pessoas cria uma solução de segurança superior porque a margem de erro é quase nula. Os equipamentos Hikvision, por exemplo, oferecem eficiência superior a 99%. Caso alguém tente burlar o sistema com um foto, o equipamento identifica a falsificação, pois sua leitura é 3D, então, consegue diferenciar um rosto real de um uma imagem estática.

Além disso, ao usar “seu rosto como chave”, os custos com perdas de cartões de identificação são erradicados. Em grandes empresas, fábricas e outros ambientes similares é comum que os funcionários percam seus cartões de identificação com frequência. O que, além dos custos de reposição, também traz riscos à segurança. E a biometria da digital, que até então era a melhor opção, se torna inconveniente quando os funcionários estão carregando caixas ou usando luvas. E agora, devido à pandemia, é ainda mais inviável, pois a sociedade caminha cada vez mais para o uso de tecnologias sem toque.

As soluções de controle de acesso da Hikvision, por exemplo, são confiáveis e eficientes para todos os tipos de ambientes. A média de velocidades de reconhecimento é inferior a 0,2 segundos. Tudo isso porque a Hikvision integrou algoritmos de Deep Learning em seus terminais de reconhecimento facial, proporcionando menos atrasos de transmissão e carga reduzida em componentes backend.

Os algoritmos de Deep Learning são baseados em um ramo de aprendizado de máquina, em que esse conjunto de algoritmos tentam modelar abstrações de alto nível de dados usando um grafo profundo com várias camadas de processamento, compostas de várias transformações lineares e não lineares. Em português, Deep Learning significa “aprendizagem profunda”. Ela pode ser considerada uma ramificação da Machine Learning, que é um tipo de Inteligência Artificial (AI), quando um computador é capaz de desenvolver aprendizados.

A diferença entre essas duas inteligências é que a Deep Learning é intuitiva, enquanto a Machine Learning ainda precisa de intervenção manual para processamento. Uma não é melhor que a outra, tudo depende do equipamento e da função desempenhada, então, uma pode ser mais recomendada. O ponto é que a Inteligência Artificial está cada vez mais presente nos processos de segurança do nosso dia a dia, tanto do ponto de vista privado, quanto em iniciativas governamentais e públicas.

Machine Learning é uma ferramenta muito valiosa para ajudar as agências de aplicação da lei e, embora sua aplicação correta seja uma preocupação, não devemos ignorar esse recurso. Uma ideia razoável é que os governos indiquem os níveis de confiança ou até que ponto querem que as agências de aplicação da lei utilizem essa tecnologia no trabalho de segurança pública – Matt Wood, Ph.D. Amazon Web Services

Quando surgiu o controle de acesso via reconhecimento facial?

A tecnologia de reconhecimento facial existe há muito tempo, sendo adaptada e melhorada a cada ano. Atualmente, chegamos ao ponto de termos essa tecnologia superacessível: até smartphones já são capazes de fazer o reconhecimento facial para desbloqueio do aparelho e aplicativos, por exemplo.

Obviamente, a tecnologia da biometria disponível nos terminais de reconhecimento facial são muito mais precisas, complexas e completas. Com o tempo, os softwares foram evoluindo, diminuindo a chance de falso-positivo, de erros e de enganar o aparelho. Atualmente, essa tecnologia é tão ou mais segura que as demais tecnologias disponíveis no mercado, mas com muito mais vantagens, como rapidez e facilidade. 

Por conta disso, é possível projetar um terminal de acesso via reconhecimento facial para qualquer ambiente que necessite de controle, gerenciamento e segurança. É uma ótima tecnologia para condomínios residenciais, tanto verticais quanto horizontais, e pode, inclusive, ser utilizado junto à Portaria Inteligente.

Vantagens de escolher o reconhecimento facial como controle de acesso

Além de ser utilizada para o controle de acesso, o reconhecimento facial também abre a possibilidade de mapear a localização de uma pessoa através de câmeras de segurança, o que faz essa tecnologia se sobressair às demais biometrias, como a impressão digital, a mais utilizada.

Dependendo do local, para tornar a segurança ainda mais forte, é recomendado a combinação de mais de uma validação, como reconhecimento facial e o uso de crachá, ou o reconhecimento facial e senha, por exemplo.

No caso de condomínios residenciais, o reconhecimento facial se torna uma verificação em dois passos da identidade de quem procura adentrar as dependências do local – é um obstáculo a mais para um potencial intruso, pois além das tags/senhas/códigos, este também precisaria ter características faciais idênticas ao rosto de quem foi cadastrado. Mesmo para quem tiver irmãos gêmeos, por exemplo, a tecnologia é tão precisa que consegue discernir qual é qual.

Por isso, utilizar equipamentos para controle de acesso com tecnologia de reconhecimento facial traz diversas vantagens, confira as principais:

  • Taxa de precisão acima de 99%;
  • Velocidade de reconhecimento em 0,2 segundos;
  • Reconhecimento rápido em ambientes com pouca luz, mesmo na escuridão;
  • Anti-falsificação de rosto garante segurança de acesso;
  • Criptografia de dados para proteger a privacidade dos dados;
  • Registro fácil e rápido com vários métodos de acesso;
  • Controle à distância a partir do aplicativo em celulares e tablets;
  • Configurações por meio de navegador de internet;
  • Pode ser utilizado em diversos cenários, como segurança para condomínios comerciais, residenciais, hospitais, academias, instituições de ensino, entre outros.

Tendência Low Touch: quanto menos contato, melhor

Uma das normas de higiene que sempre temos em mente, apesar de nem sempre colocarmos em prática, é evitar o contato com superfícies públicas e, quando tocar objetos estranhos, sempre lavar as mãos em seguida. Lavar as mãos é outro importante passo de higiene; antes das refeições, ao chegar em algum local, principalmente em casa. Mas essas práticas deixaram de ser apenas bom senso e higiene para se tornar uma das principais armas contra a disseminação da Covid-19.

Isso lançou até mesmo um novo olhar, com muito mais atenção, sobre superfícies que recebem diversos contatos, como caixa eletrônico e máquinas de cartão. Optar por realizar o máximo de serviços via celular é uma forma de se expor menos ao vírus. Ao invés de dinheiro, pagamentos via pix, por aproximação do cartão de crédito ou por leitura de QR Code. Não dá para erradicar o contato para com todos os objetivos “públicos”, mas como dito anteriormente, a sociedade caminha cada vez mais para uma tendência “low touch”, ou seja, com pouco contato.

A verdade é que antes mesmo da pandemia, as tecnologias estavam permitindo às pessoas viverem processos mais fluídos, por comando de voz ou identificação de imagem, dispensando a interseção do toque, seja em tecla ou diretamente na tela. Mas a pandemia acelerou a inserção dessa tendência na sociedade. E, não à toa, diversas marcas de equipamentos de segurança eletrônica começaram a entregar tecnologia de reconhecimento de imagem em seus aparelhos.

Por isso, a instalação de controle de acesso, portaria inteligente e outros processos de automatização utilizando a imagem facial como credencial passaram a ser uma prioridade para condomínios e empresas.

Controle de acesso para condomínios de todos os tipos

Se você imaginou que o terminal de reconhecimento de face só serviria para grandes edifícios corporativos ou grandes empresas, se enganou. É possível encontrar equipamentos ideais para o tamanho e características de cada projeto.

A Portaria Inteligente, por exemplo, pode contar com a tecnologia da biometria facial. Seja condomínio corporativo ou residencial, grande ou pequeno.

Confira a seguir como usar a tecnologia de reconhecimento de imagem em diferentes locais.

Condomínios comerciais

Condomínios comerciais podem combinar uma câmera com reconhecimento facial e catracas para o controle de acesso. No caso de funcionários das salas comerciais/escritórios, seus rostos já estariam cadastrados, assim como aqueles que possuem tags de acesso.

Já os visitantes, teriam que fazer o cadastrado na portaria, algo já comum em condomínios com salas para clínicas médicas, por exemplo. O diferencial é que esse cadastro pode ser limitado por período de hora, ou seja, o paciente desse exemplo não teria acesso indeterminado, mas apenas naquele dia. Quando retornasse para uma nova consulta, por exemplo, já teria um cadastro e bastaria renovar seu acesso para um novo período. E o mesmo para qualquer tipo de visitante para salas comerciais. Inclusive, para colaboradores que frequentam o local apenas alguns dias da semana, isso poderia ser determinado também. Por exemplo, funcionário X só tem acesso às quintas-feiras até às 19h.

Condomínios residenciais

Para os condomínios comerciais o que muda é o processo de liberação de visitantes. Enquanto moradores teriam cadastro e acesso livre para o condomínio, visitantes precisariam ter o acesso liberado por terceiros. Para isso, a portaria remota faria parte do processo.

O reconhecimento facial é uma excelente tecnologia para condomínios, principalmente quando utilizada em conjunto à Portaria Inteligente. O equipamento identifica a face e libera o acesso se for um morador já cadastrado, garantido máxima segurança predial. Em caso de visitas, ao tocar o interfone, a central atenderia ao chamado, entraria em contato com o condômino para fazer a liberação da visita.

Inclusive, alguns modelos de equipamentos de entrada suportam 300 pessoas, ao passo em que modelos melhores podem suportar até 50.000 pessoas!

Além disso, moradores têm acesso a todas as informações do condomínio, bem como gerenciamento, através do aplicativo oficial da Radcom – o RAD App.

Para empresas de todo tamanho

Além da segurança condominial, a tecnologia é ideal para empresas, como fábricas, escritórios, escolas e lojas, bem como para uso privado, até para controlar o acesso a determinados cômodos, como um cofre ou adega.

Para empresas, o tamanho também não importa. Basta combinar o equipamento e o projeto ideal. Em empresas, é possível substituir o acesso feito por cartões e catracas pelo controle de acesso facial, no caso de um modelo mais simples (para até 300 pessoas) o custo chega a ser muito próximo ou até menor que equipamentos que usam biometria da digital ou cartão, ou seja, custo não é o problema.

Já as grandes empresas, que têm maior fluxo de pessoas, o terminal de acesso continua sendo indicado. O sistema de reconhecimento facial tem um tempo de autenticação de 0,2 segundos e é capaz de fazer a autenticação com até 3 metros de distância da pessoa. Então, o tempo para reconhecimento não atrapalharia o fluxo de entrada.

A seguir, confira exemplos de empresas e estabelecimentos para fazer a instalação de controle de acesso com câmera com reconhecimento de face.

Hospitais

Hospitais também podem usufruir do controle de acesso e vigilância com tecnologia de reconhecimento de imagem. O controle de acesso é ideal para gerenciar a entrada e saída de funcionários. Em Tocantins, por exemplo, o controle por reconhecimento facial foi a solução que Ministério Público encontrou para controlar a frequência de médicos.

Além disso, a imagem facial como credencial também funciona como processo de cadastro para os visitantes, assim como em condomínios comerciais. No caso de hospitais, o recepcionista pode liberar acessos específicos para o visitante. Controlando, além do horário de visita, áreas restritas.

As câmeras para reconhecer pessoas também funcionam para fim de vigilância. Em áreas abertas, estacionamentos, local de carga e descarga, pode haver o controle de acesso usando a tecnologia de reconhecimento de imagem como alarme. Pode-se liberar determinados veículos, como em um local específico para ambulâncias, cadastrando a placa, por exemplo.

Academias

O controle de acesso é essencial em academias e esse processo pode ficar muito mais rápido, eficiente e higiênico para academias que optem o controle de acesso facial.

A câmera com reconhecimento facial deve ser utilizada com catracas para realizar o controle e a liberação de forma independente, dispensando a presença de um funcionário apenas para isso. Além de evitar transtornos devido à perda frequente de cartões de acesso, escolher o controle facial ao invés da biometria digital torna o processo mais higiênico e seguro, principalmente em tempo de pandemia.

Também é possível controlar o acesso de alunos, personal trainer e colaboradores por horário e dia de semana, bem como limitar o acesso a determinadas salas. Isso proporciona um maior controle para que o aluno frequente as aulas e locais de acordo com seu plano.

Instituições de ensino

Universidades costumam adotar o controle de acesso com catracas e cartões, mas essa não é a melhor forma de manter alunos, professores e outros funcionários seguros. Além de perder os cartões, os alunos podem liberar o acesso para pessoas não cadastradas. O controle de acesso facial é a forma mais segura de garantir a entrada apenas de pessoas permitidas. Com o bônus de evitar novos gastos com a perda de cartões. Porque mesmo que seja cobrado do aluno um novo cartão, existe um novo processo para o funcionário, que poderia estar usando esse tempo para outras tarefas.

Mas essa solução não serve apenas para o ensino superior. Escolas também podem se tornar mais seguras com o controle de acesso facial. Na Bahia, a prefeitura de Mata de São João pretende implantar o controle de acesso nas escolas. Com isso, os pais também teriam maior controle da frequência dos filhos, uma vez que a ideia seja avisar sobre a falta por meio de uma mensagem no celular.

Para uso privativo em residências

Para projetos de segurança residencial, seja em apartamentos ou casas, o reconhecimento facial também é indicado. Pode ser utilizado na entrada da casa e até mesmo em cômodos, específicos e cofres.

O equipamento é totalmente independente; há somente a necessidade de um ponto de energia – caso queira monitorar o ambiente, o RAD App é uma excelente alternativa. Ou, quem sabe, o RAD Viewer e, em determinados casos, o RAD Cloud!

Por que usar o controle de acesso facial

Agora que você já entendeu como funciona o controle de acesso facial, a tecnologia de reconhecimento de imagem e até mesmo a tendência low touch, confira os quatro principais motivos para contar com o controle de acesso facial.

Independentemente de qual local precisa de mais segurança, as soluções de controle de acesso e vigilância de imagem podem ajudar. Além de segurança pessoal e patrimonial, garante melhor gerenciamento de pessoas, registros mais confiáveis e ainda economia.

Aumentar a precisão do controle de acesso

Controle de acesso vai muito além de liberar ou proibir a entra e saída de pessoas. É necessário entender que o cadastro e o gerenciamento desses eventos são tão importantes quanto. Na hora de consultar um dia específico, a frequência de determinada pessoa ou até mesmo usar essas informações como provas, faz falta ter um controle de acesso confiável. E o controle de acesso facial oferece justamente essa confiabilidade indispensável.

Agilizar o fluxo de entrada de pessoas ao local de destino

Um dos problemas que o controle de acesso pode causar é fila e espera para adentrar um local. Quem utiliza cartão para liberar o acesso costuma deixar para pegar o objeto em frente à catraca, o que acaba gerando filas e aglomerações. Com o controle de acesso facial, isso não acontece. Como você viu, o tempo de reconhecimento tem a média de 0,2 segundos. Ou seja, apenas ao passar em frente à câmera, o acesso da pessoa é liberado, sem pausas. Isso torna a dinâmica de entrada e saída muito mais rápida.

Esse não é um motivo apenas para quem está com pressa ou para locais com grande fluxo de pessoas. Mas é um fator a mais de segurança para condomínios, por exemplo, em que o condômino precisa ficar menos tempo na portaria, ou seja, com menos tempo de exposição e risco de ser abordado logo na entrada.

Evitar o contato devido ao COVID-19

As tecnologias sem toque são a meta daqui em diante devido a motivos comportamentais. E, atualmente, escolher por equipamentos sem toque é escolher a saúde, diminuindo o risco de contágio da Covid-19 por meio de superfícies contaminadas.

Modernizar a solução atual de controle de acesso

Para locais que já contam com controle de acesso, considere o reconhecimento facial como uma forma de modernizar essa solução. Como você viu, não importa qual local precisa de controle de acesso, o reconhecimento de imagem pode vir como uma solução completa, basta contar com um projeto sob medida para o local.

Com mais tecnologia, a ideia é reduzir ainda mais os custos de empresas e condomínios. Esses locais nem precisam de um valor alto de investimento inicial, uma vez que podem optar pela locação dos equipamentos. A locação, além de tornar o projeto mais acessível, ainda garante que diante de quebras, o equipamento em questão será substituído por um equipamento novo e moderno. Assim, ainda se evita a desvalorização do projeto de segurança eletrônica, o que se torna uma vantagem competitiva em casos de condomínios.

Afinal, para garantir todas essas vantagens, é importante contar com a boa qualidade dos equipamentos e que eles estejam em perfeito estado para uso, bem como se certificar que a empresa escolhida seja qualificada para criar o projeto e fazer a instalação.

Por isso, compare os preços, mas foque no valor agregado que cada empresa oferece para você. Para manter a qualidade dos serviços, uma empresa de segurança eletrônica tem custos fixos com certificação e treinamento de toda a equipe. O procedimento de uma empresa qualificada é verificar quais os pontos vulneráveis do local para indicar o melhor projeto de segurança. Então, no fim das contas, preço muito baixo pode acabar resultando um serviço de má qualidade.

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Se você chegou até aqui e ainda tem dúvidas ou não sabe por onde começar, não se preocupe, nós podemos te ajudar com isso!

A Radcom Alarmes atua nesse segmento desde 1980 e conta com profissionais igualmente experientes. Oferecemos serviços relacionados à segurança eletrônica, como portaria inteligente e circuito de monitoramento de alarmes e CFTV. Atendemos todo o Brasil, veja qual unidade está mais próxima de você!

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post publicado em 09/10/2020 – atualizado em 30/08/2021


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